Desde sua descoberta acidental em 1896, o RAIO-X tem sido uma importante "ferramenta" diagnóstica (feixes de baixa intensidade) e terapêutica (raios-x de alta intensidade).
Apesar da constante evolução dos métodos diagnósticos por imagem nos últimos anos, a radiologia convencional permanece como um importante pilar na prática diagnóstica e terapêutica na rotina médica.
Trata-se de um método barato, amplamente disponível, validado por décadas de experiência nas mais diversas áreas.
Detecção de fraturas ósseas, infecções pulmonares e sinusites são apenas alguns exemplos em que a radiologia convencional pode ser o único método complementar utilizado pelo médico clínico, permitindo agilização no atendimento e pronta intervenção terapêutica.
Aparelho de raio-x convencional moderno aliado a filmes fotográficos e químicos de alta qualidade permitem uma melhor interpretação e uma impressão diagnóstica mais segura pelos radiologistas, valorizando o trabalho dos médicos assistentes na sua prática médica diária.